Mostrar mensagens com a etiqueta Ganhos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ganhos. Mostrar todas as mensagens

sábado, 27 de junho de 2015

Alimentos que não podem faltar na mesa dos estudantes






Ovo: Fonte de colina, que participa da formação dos neurónios e repara as células cerebrais avariadas. Produz acetilcolina, neurotransmissor fundamental para a memória e o aprendizado. Previne contra a depressão. Além de ser fonte de vitaminas do complexo B, que facilitam a comunicação entre os neurónios.


Peixe: Essencial para o cérebro, melhora a memória, a concentração e possui acção anti-inflamatória. Protege os neurónios contra os radicais livres e preserva as membranas dos neurónios, colaborando para a troca de informações entre eles. Fonte de zinco o e selénio que estimulam a actividade cerebral, impedindo ondas de cansaço no final do dia.

Alface: Coma as folhas, talos e o coração, pois é aí que se concentram altas doses de lactucina, substância que age como calmante.


Laranja e maracujáPrevinem o cansaço e ajudam a combater o estresse. Contêm ainda vitamina C, que contribui para as defesas do organismo.

Maçã: é uma das principais fontes de fisetina, composto que favorece o amadurecimento das células nervosas e estimula os mecanismos cerebrais.


 Frutas vermelhas: Possuem flavonóides, que exercem efeitos benéficos na aprendizagem e na memória porque protegem os neurónios e são capazes de reverter deficits de memória.
  

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Quais são os benefícios da leitura?



Ler é uma prática pouco adquirida pelas pessoas, fato esse que não deveria existir, já que a leitura é um passo para o aprendizado e aperfeiçoamento das ideias, contribui também para o raciocínio lógico e rápido e na maioria das vezes auxilia no desempenho estudantil, tais como em provas e no dia-a-dia. 

A leitura é um ato que deve se fazer parte da vida de todos nós, assim enriquecendo o nosso vocabulário e o mais importante, nos ensina a se comunicar com mais eficiência, além disso, contribui para aquisição de conhecimentos, desenvolve a capacidade de argumentar, estimula a criatividade, incentiva a reflexão, forma opiniões, facilita na correcção gramatical, ou seja, faz com que escrevemos bem, estimula os pensamentos abstractos e a imaginação, a leitura nos leva a um mundo diferente, onde ficamos “cara a cara” com o autor, o que permite esclarecer e mudar nossos pontos de vista., sem falar no desenvolvimento do nosso potencial para as tarefas do dia.


É importante que o momento da leitura seja num lugar calmo e tranquilo, longe de movimentação, barulhos e desencontros, quando ela é realizada com prazer e tranquilidade, o cérebro consegue captar melhor a mensagem do texto e a ideia que ele deseja transmitir, quando a leitura é voltada para os estudos em si, o silencio no ambiente precisa ser intenso, a leitura dinâmica e descontraída também é uma óptima dica para se atribuir conhecimentos, o interessante é estar sempre ligado nas actualidades, ler livros didácticos, jornais, revistas isso facilitará para um melhor convívio social. Esse hábito inteligente colabora em todas as fases da vida, em todos os momentos do dia e principalmente na formação de um individuo.

sábado, 20 de junho de 2015

Estudar para viver melhor

Crônica!!!!!
Assim como as letras formam as palavras e estas  frases, também é desse modo que se constroem os conceitos.

Quanto mais generalizantes, mais complexos, abrangem mais elementos que podem ser sinteticamente representados. Estudar é essencial para que as decisões diárias não dependam apenas da experimentação concreta em tentativas com acertos e erros.

Mapas, gráficos, equações e imagens em geral são códigos que na escola são criados e interpretados no percurso da construção dessas capacidades superiores.


 Nas diferentes áreas do conhecimento, ler e escrever continuam sendo o centro das elaborações do pensamento e consequentemente da qualificação do viver. Assim, podemos dizer que, além da satisfação pessoal que o conhecimento proporciona, uma pessoa que estuda desenvolve mais a capacidade de elaboração do pensamento. Por isso seu cotidiano será mais bem planeado e organizado, até mesmo na criação de estratégias para encontrar trabalho ou sobreviver.

Leia mais cronicas:
A cronica da terra do conto
 

quinta-feira, 18 de junho de 2015

O melhor método para estudar para um exame universitário


Diversos estudos recentes revelam que, apesar do que está generalizado, há outras formas de se garantir um bom resultado académico, mesmo sem o acompanhamento diário da matéria universitária. No entanto, isto implica organização e método. E alguns truques que devem ser garantidos para que, na grelha das notas, a avaliação fique acima do valor mínimo de aprovação.

 
 
Dez dicas para obter o sucesso escolar:

•    Calendarize o estudo
•    Programe a matéria
•    No estudo, mais é mais!
•    Ginastique a memória
•    Saiba parar!
•    Diga não aos elementos de distração
•    Estude em grupo
•    Cuide do corpo como da mente
•    Não fique ansioso no dia do exame
•    Organize o exame e priorize os mais próximos

E boa sorte!

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Daniel Medina ensina estudantes como falar em público

Estudantes no Auditório da UNICV
Todos os sábados o Professor Daniel Medina dá uma formação para todo e qualquer estudante sobre como falar em público no auditório da Universidade de Cabo Verde em Palmarejo. Através de declamação de poemas os estudantes demonstram os seus fortes como também aprendem a enfrentar os medos. 

O formador disse que com esta prática os alunos conseguem enfrentar qualquer público e por outro lado aprendem a apresentar os trabalhos académicos sem receios de encarar o público.

  
Professor Daniel Medina
 Para além da seção de poesia, Daniel  Medina juntamente dos formandos fazem  exercícios de voz, passam energia pelas  mãos, encaram o colega nos olhos com  pouca distância entre os dois, abraçam e    conhecem um ao outro. Com isso aprendem  que nenhum olhar pode intimidar ninguém  porque o que «as pessoas sentem medo é do olhar do outro e não propriamente da pessoa», Explica Daniel.

Professores, poetas, e estudantes fazem vibrar o auditório da UNICV todos os sábados com animações, teatro, música e dança.

Poeta David Hopffer Almada

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Mobilidade Uni-CV/ UFMG: “É uma oportunidade que todos os estudantes deveriam ter”, Jorge Pedro

Entrevista


O programa de mobilidade entre a Universidade de Cabo Verde e a Universidade Federal de Minas Gerais(UFMG), no Brasil tem sido uma experiência que tem beneficiado muitos estudantes. É o caso de Jorge Pedro Fonseca. Foi um dos estudantes do Mestrado na UNICV que teve a oportunidade de passar quatro meses na UFMG. Ele afirma que “Esta mobilidade é uma oportunidade que todos estudantes deveriam ter”. Jorge Pedro Fonseca foi para Brasil no mês de Julho de 2014 e voltou a 4 de Dezembro do mesmo ano. Teve um semestre na UFMG, voltou e está agora na reta final do mestrado na UNICV. Fez licenciatura em “Serviço Social” na Universidade Estatal de Ulyanovsk na Rússia, e decidiu fazer o mestrado em“Filosofia de educação e direitos humanos e cidadania”.

Jorge Pedro, como é que surgiu a ideia de fazer mestrado na UNICV?
Quis fazer o mestrado por que antes trabalhava como coordenador de BORNEFONDEM, no Fogo, no entanto o meu contrato chegou ao fim. Para não ficar parado, assim como dizem “barku paradu ka tem freti”,resolvi fazer mestrado.
Iniciou o mestrado assim que voltou da Rússia?
Não. Terminei a licenciatura na Rússia, voltei e trabalhei por cinco anos no Fogo e só depois resolvi fazer o mestrado.

Porque enveredou por esta área da Filosofia de Educação?
Foi mais pela segunda parte, Educação pelos Direitos Humanos e Cidadania. Como sou um assistente social, gosto de informar os jovens sobre seus direitos e deveres na sociedade. Queria especializar nesta área, assim poderia tentar ajudar as pessoas. Tenho muitos amigos, sou comunicativo e acho que com isso poderia ajudar a melhorar a sociedade.

Já está a conseguir passar a mensagem sobre os direitos e deveres de cada um?
Sim. Pelo menos ao falar deixo-os saber para onde devem ir, o que devem fazer, com quem falar e a quem recorrer.

Como é que surgiu a oportunidade de fazer um semestre do mestrado na Universidade Federal de Minas Gerais no Brasil?
Através do programa de mobilidade entre UNICV e UFMG. O meu professor informou-nos da oportunidade, mas já era muito em cima da hora. Eu já estava há um ano em Santiago e tinha iniciado o mestrado em Março de 2013. Fui selecionado. Então viajamos no mês de Julho de 2014. Fiquei quatro meses lá e tive que escolher as disciplinas que queria. Durante este tempo fiz muitas coisas. Estudava algumas disciplinas no Brasil e outras em Cabo Verde,  chamava “mestrado sanduíche” por fazer o mestrado entre duas universidades.

Desenvolveu algum projeto durante a estadia na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)?
Sim. Foi lá que comecei a fazer pesquisas sobre a minha dissertação de mestrado que é sobre a “Relação entre a Escola e a Juventude”. Aprendi muita coisa, porque, lá, esta problemática já tinha sido discutida antes, enquanto em Cabo Verde, só agora é que as coisas estão a acontecer. E foi no Brasil que mudei o meu tema, porque tinha em mente debruçar-me sobre a “ética e cidadania ou educação pelos direitos humanos e cidadania”. Fiz algumas investigações no Brasil e até agora estou a trabalhar no tema da minha dissertação.

Teve ajuda frequente dos professores no Brasil quando começou a desenvolver o projeto?
Sim. No Brasil, os professores são mais disponíveis.

Quer dizer que há mais facilidade de comunicação na Universidade Federal de Minas Gerais do que em Cabo Verde?
Em termos de comunicação e relação interpessoal não se compara. O professor é teu amigo e ajuda-te. Disponibilizam matérias, as suas salas para trabalhares, ligam-te, enfim querem estar sempre a par.

Conta-nos, como é que foi a experiência de quatro meses (um semestre) longe de Cabo Verde.
Não há palavras para explicar. Tanto a nível de ensino, acolhimento, enfim, relação com o povo brasileiro foi excelente. Posso dizer que me acolheram a 100%. Gostaria muito que a nossa Universidade fizesse o mesmo, já que no mês de Março alguns estudantes do Brasil virão a Cabo Verde. Eu estaria disponível a contribuir por que quando estava na UFMG, havia uma pessoa indicada que nos levava a todo o lado e nos ajudava a resolver os problemas. No Brasil fala-se a língua portuguesa, mas nem sempre conhecíamos os lugares e não sabíamos como tratar de alguns assuntos. Fomos bem tratados.

Qual é a diferença entre as duas universidades (UNI-CV e UFMG)?
Em termos de extensão, a Universidade Federal de Minas Gerais é muito maior que UNI-CV. Para entender melhor, só aquele Campus é maior que a cidade de São Filipe, no Fogo. Por dia cerca de quarenta mil pessoas circulavam lá no Campus. Há muitos livros e matérias na área que comecei a desenvolver e tudo isso enriquece o conhecimento dos estudantes. Por lá também tudo é mais fácil, a comida, a água, o café, tudo é gratuito (risos).

Fez muitas amizades?
Bastantes, com professores, alunos e funcionários. Deram-nos muito apoio, não só a nível de conhecimentos, mas mostraram-nos ou melhor fizeram questão que conhecêssemos o Brasil, não só os lugares mas também a gastronomia nacional. Ou seja apresentaram-nos a sua cultura. Foi nesta parte que o intercâmbio ficou mais enriquecido. Sinto saudade de tudo (risos).

Qual é o balanço que faz dos quatro meses no Brasil?
Dou nota positiva. Ganhei muito e passei a ter maior dedicação no tema que escolhi para desenvolver, porque consegui falar com especialistas da área, obtive conselhos de professores e orientadores. Foi pouco tempo, gostaria que fosse mais (risos).

Quais os conselhos que deixa para os alunos que queiram integrar no projecto de mobilidade com a Universidade Federal de Minas Gerais?
Se encontrarem oportunidades destas para não deixarem escapar, porque só têm a ganhar. É algo diferente e qualquer pessoa ganha muita bagagem em termos de conhecimento.

Perfil 
Jorge Pedro Barbosa Dias da Fonseca é natural da ilha do Vulcão. Nasceu há 33 anos na cidade de São Filipe, no Fogo. Frequentou os estudos primários na mesma cidade e enveredou pela área Económica e Social quando estudava no liceu. Contudo fez o “Ano Zero” na Escola Grande no Platô, na cidade da Praia. Recentemente começou a morar no Palmarejo, na ilha de Santiago, e trabalha agora como Secretário Executivo da Fundação Donana. Fez licenciatura em “Serviço Social” e está na reta final do mestrado em “Filosofia de educação e direitos humanos e cidadania”. Jorge Pedro adora uma boa caminhada e o seu livro predilecto é “The Secret” e nos tempos livres faz o que gosta de fazer que é “Passear”.